terça-feira, 25 de março de 2008

Carta ao leitor

Sempre falei para cada um de vocês, leitores – alguns de vocês talvez não, mas aos que foram um dia próximos e os que ainda o são - que a 1ª impressão não é, definitivamente, a que fica.

Ouvia coisas e defendia:
“Não! Ele é gente fina e muito engraçado! Fez isso pq é homem e sempre foi sem noção, mas é uma pessoa ótima! Não acho certo vc falar assim dele só pelo que aconteceu aquele dia depois da festa lá em casa!”
“A briga é entre vocês! Gosto de vcs duas e não vou me meter. Sem contar que nem no lugar eu estava para saber a real história. Quanto à outra menina, nem conheço direito. Não achei certo o que ela fez com o menino que tava com ela antes, mas isso não é problema meu!”
(sem contar tb que, quem me conhece sabe: quem sou eu pra falar, né?!)
“Tem só um que eu não gosto. Acho prepotente e não me sinto bem perto dele. Mas sei que a recíproca é verdadeira.”“Ela é meio exagerada mesmo! As vezes incomoda! Mas é o jeito dela!”

Escutei e li tantas outras coisas...
“Não gosto dessa galera! Eles não querem nada com a vida!”
“Eu não gosto nem da voz dele! Claro que não!!”
“Eu queria ter filmado para mostrar!”
“Adorei que ela foi à festa! Adorei que me chamou pra almoçar e conversar!”
“Ela disse que achou ridículo ela ter ido lá!”

Não estou aqui pra me fazer de santa e dizer que nunca falei mal de ninguém... Já falei sim! Falo mesmo! Mas não fico agindo de outra forma na frente dessa pessoa.As pessoas com as quais me importo sempre souberam o que eu penso delas.
Se te acho espoleta demais, vc sabe. Se te acho machista, vc sabe. Se acho que o que vc está fazendo é errado, vc sabe. Se não concordo com a sua opinião com relação a alguma pessoa e/ou coisa, vc sabe.

Já as que não me importam não devem saber mesmo, mas tb não sai da minha boca uma vogal que seja para falar com essas pessoas. Nunca fingi que estava tudo bem quando de fato não estava, nunca precisei fingir gostar de alguém, não sou tão carente assim. E deve ser por isso que as pessoas que não gosto devem saber quem são.Tb não saio por aí falando aleatoriamente dessa pessoa. Só se me perguntarem, daí dou minha opinião sobre tal!

O que eu quero dizer com tudo isso (e que, provavelmente, eu não esteja conseguindo lhes passar, caros leitores) é o seguinte: Sempre fui muito verdadeira com todos vocês! E acho uma falta de respeito dizer que não. O fato de uma coisa ter acabado não significa que o passado não foi verdadeiro. Foi sim! Foi verdadeiro e intenso! Tanto com a pessoa, quanto com as pessoas que estavam em volta.

Sou totalmente a favor de aproximação entre grupos diversos e de se dar uma segunda chance ao que chamamos de “1ª impressão”. Fico feliz por estarem, agora, se dando bem! Mas peço encarecidamente, que não me julguem mal, pois “MAL” foi uma coisa que nunca fiz a nenhum de vocês, leitores.

Obs.: Antes que falem “que atitude infantil” deixo claro que esse espaço me pertence e faço dele o que eu bem entender.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Voltei! E agora?

Depois de, exatos, 6 meses, estou de volta! Sem muito alarde, já que só eu lia isso aqui.

Não sei nem o que dizer, na verdade...
Vi vários blogs hoje e me deu uma vontade de voltar aqui... dizer abobrinhas, coisas de relevância, informes publicitários, agenda cultural... mas daí, cheguei aqui e...... hã.... sobre o que escrever agora?
Pensei em sentimentos, ah... mas já cansei de escrever sobre tal assunto!
Já sei! V0lta às aulas!! Afff... quem, com menos de 12 anos, liga para isso?

Quer saber... vou só dizer que voltei e, prometo a mim mesma, outro dia volto para escrever algo de muito valor!!!!!

sábado, 23 de junho de 2007

CEUB

Uma das coisas que faz parte da minha vida e ainda fará por muito tempo (até o final de 2009) é a faculdade.
Ontem eu terminei um trabalho de filosofia que tinha como base a propaganda do PRISMA, da Chevrolet. Eu tive que escolher um dos personagens que tinha na foto da campanha e aplicar nele os conceitos de arquétipo, mito e imaginário.
Acho que escolhi bem o meu arquétipo... ele realmente me representa muito bem!

O texto tá aí embaixo e a foto tá no meu fotolog.
Dê uma lida, é interessante!
Depois vá no meu fotolog e descubra o seu arquétipo.

**


A PROPAGANDA

Ficha técnica:
Agência: McCann EricksonCliente: General Motors
Produto: PrismaNome da campanha: Lançamento 2006
Nome do filme: Memória
Slogan: "Sua vida trouxe você até aqui"
Foto da campanha:
www.fotolog.com/morenapsycho


Tema Geral da Campanha:
Criada pela McCann Erickson, a campanha de lançamento do carro PRISMA da Chevrolet pretende atingir um público na faixa dos 30 anos.
Ela mistura personagens de desenhos e filmes famosos com os da vida real, como por exemplo,
Marshmallow do Caça-Fantasmas, Zorro, noiva, pipoqueiro e por aí adiante.

"No filme, enquanto um homem caminha, todos esses personagens começam a surgir atrás dele e formam uma grande massa que acaba levando e até mesmo empurrando o homem até um Prisma. Assim que ele vê o carro, a multidão desaparece. O filme termina com o conceito: Sua vida trouxe você até aqui. E assina: Novo Prisma. Seu primeiro grande carro."
(Retirado de:
www.mccann.com.br)

O conceito que a propaganda quer firmar é o de status. O carro representa que, após você ter conseguido alcançar mais um objetivo da sua vida aquele (o carro) é o próximo.

Arquétio, Mito e Imaginário

Arquétipo:
No dicionário: sm. 1. Modelo de seres criados. 2. Exemplar, protótipo.
São padrões da cultura humano no tempo e no espaço que podem ser percebidos como estados de espírito, tendências a se comportar de determinada maneira. São formas de percepção do mundo, formas, essas, que não são herdadas, porém a possibilidade de representação do arquétipo é retirada sempre de uma lembrança de algo, ou seja, herdada de alguma lembrança.

Mito:
No dicionário: sm. 1. Narrativa de significação simbólica, e que encerra uma verdade cuja memória se perdeu no tempo. 2. Pessoa, fato ou coisa real valorizados pela imaginação popular. Pela tradição. Etc. 3. Coisa ou pessoa fictícia, irreal; fábula.
Podemos dizer que o mito tem como finalidade tranqüilizar o homem. Seria um refugio da realidade, um meio para se achar a segurança e a paz. Um exemplo claro disso são os mitos da religião, onde o homem se apoia para "conseguir forças" e seguir com a vida real.

Imaginário:
No dicionário: adj. 1. Que só existe em imaginação. 2. Sm. Aquele que faz estátuas, santeiro.
Durand diria que o imaginário corresponderia à fase do espelho, ao reconhecimento de si. Por isso é considerado individual. A representação desse imaginário resultaria no arquétipo que, como já foi dito, sai de uma experiência herdada.

ARQUÉTIPO ESCOLHIDO

Formandos
A imagem do formando representa o começo de uma nova vida. Essa seria a definição do meu arquétipo. É o fim de uma das fases da vida que nos impulsiona a começar uma outra etapa, com novos desafios e obstáculos.
Essa figura estaria ligada ao momento que estou vivendo em minha vida, a forma como eu me reconheço e me descrevo quando falo de mim. Está ligado ao conceito de imaginário exatamente por isso, por representar a forma como me vejo.
Está ligado ao conceito de mito pois é uma forma valorizada pelo popular humano. O conceito popular de formando é baseado em cima de uma expectativa. O formando é um jovem empolgado e animado para começar a vida adulta e atingir objetivos criados enquanto estudantes.
E pode ser chamado de arquétipo por ser uma figura de padrão da cultura humana que representa o meu estado de espírito atual.

CONCLUSÃO


O que posso concluir com este trabalho é que o arquétipo, mito e imaginário nada mais são que representações do momento e fase que passa cada indivíduo.
Por isso em cada fase da vida temos um arquétipo. Quando crianças criamos um amigo imaginário quando nos sentimos solitários, ou mesmo nos "transformamos" em super-heróis ou personagens do fantásticos. Geralmente, nessa fase, temos um arquétipo mais fantasiado, que surgem por meio de histórias e/ou contos de fadas.
Já na adolescência começamos a buscar por um arquétipo um pouco mais real, como os ídolos que tanto admiramos. São eles astros do rock, do futebol, do cinema ou, até mesmo, da história política do país.
Na passagem para a vida adulta os pés estão mais no chão e procuramos por um arquétipo mais real. Como exemplos temos os formandos, mães, noivas(os), são personagens da vida real que são alcançáveis e concretos.
Por isso é importante para nós, publicitários, termos conhecimento dos tipos de arquétipos e fases do ser humano para podermos vender melhor o produto estimulando desejos do público-alvo com melhor eficácia. Assim como fez a McCann Erickson para a GM do Brasil.